Notas da redação

Feira

Feira de quinta em Campinas testa novo horário de montagem

Um grupo de dez feirantes na região do Cambuí passou a montar as barracas vinte minutos mais cedo, às 5h40. O objetivo era terminar a exposição antes do fluxo das 6h30, quando escolas e pontos de ônibus enchem a rua. Na segunda semana, três deles relataram menos reclamação de cliente por produto ainda na caixa e venda mais estável no primeiro horário. A redação acompanha o teste e publicará desfecho em julho.

Pagamento

Cartaz de PIX na calçada reduz perguntas no balcão

Em duas mercearias de zona sul de São Paulo, donos colaram QR code em placa à altura dos olhos, na parte externa da porta. Ambos contaram que o número de vezes que precisaram interromper o atendimento para explicar pagamento caiu visivelmente. Um deles acrescentou a frase “Aceitamos PIX e dinheiro” em letras grandes — e disse que isso evitou conversa sobre cartão, que a loja não aceita.

Vitrine

Vitrine com preço visível evita negociação na porta

Lojista de bairro em Belo Horizonte passou a exibir preço em etiqueta grande nos cinco itens mais vendidos da vitrine. Antes, clientes entravam perguntando valor e negociando na porta, atrasando quem já estava na fila. Depois da mudança, ele estima que o tempo médio de atendimento caiu cerca de um minuto nos dias de movimento — sem alterar preço nem margem.

Horário

Lojistas ajustam horário de abertura ao fluxo do bairro

Três comércios de rua em Recife adiantaram a abertura em quinze minutos para coincidir com o desembarque do ponto de ônibus em frente. Dois relataram aumento nas vendas de café, salgado e itens de conveniência no primeiro turno. O terceiro manteve o horário antigo como controle e não notou diferença — o que reforça que o ajuste depende do fluxo real da esquina, não de regra geral.